domingo, 1 de março de 2009

Os peixes q desafogam...


Aqui estou diante da frase. E a procura da identidade?
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Aqui estou na ponte, referente à de Lenine? Talvez. Mais em uma supercífie não tão sólida. Mais sim numa travessia.
O q difere o mundo global do mundo artístico. Não o ser artístico dos holofotes. Mas, o da liberdade, da criatividade, da identidade. Pois é, é um trabalhador como outro qualquer, porém não substituível não ameaçado de pura comparação, de ser mais ou menos. Apenas de ser você mesmo.
Aprendi a vê os artistas com outros olhos, não o da simples sedução de um papel. Mas de quem ele é na real, o que ele fez pra chegar ali, o que ele senti ao está ali. E os tomei como lição de vida. Porque se eles podem, porque eu não posso.
Não quero ser apenas mais uma estação de trabalho, quero poder um dia fazer a diferença.
Nada como os peixes, submersos no universo do mar, ora na turbulência, ora na mansidão. Porém, hoje presente nessa transformação...


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Como é que faz pra lavar a roupa?

Vai na fonte, vai na fonte

Como é que faz pra raiar o dia?

No horizonte, no horizonte

Este lugar é uma maravilha


Mas como é que faz pra sair da ilha?

Pela ponte, pela ponte

A ponte não é de concreto, não é de ferro

Não é de cimento

A ponte é até onde vai o meu pensamento

A ponte não é para ir nem pra voltar

A ponte é somente pra atravessar

Caminhar sobre as águas desse momento

A ponte nem tem que sair do lugar

Aponte pra onde quiser

A ponte é o abraço do braço do mar

Com a mão da maré

A ponte não é para ir nem pra voltar

A ponte é somente pra atravessar

Caminhar sobre as águas desse momento ...


A Ponte (Lenine)

sábado, 24 de janeiro de 2009

É carnaval em Olinda!




Para esta festa, foram criados vários tipos de músicas e também de danças, sendo que seu estilo pode variar de região para região dentro de nosso imenso país.

Em Pernambuco, entre os anos de 1910 e 1911, ocorreu o aparecimento de um ritmo carnavalesco bastante animado e que é famoso até hoje: o frevo. A palavra frevo vem de ferver, uma vez que, o estilo de dança faz parecer que abaixo dos pés das pessoas exista uma superfície com água fervendo.
Este estilo pernambucano de carnaval é um tipo de marchinha bastante acelerada, que, ao contrário de outras músicas carnavalescas, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto a multidão se diverte dançando.
Apesar de parecerem simples ao olhar, os passos do frevo são bem complicados, pois, esta dança inclui: gingados, malabarismos, rodopios, passinhos miúdos e muitos outros passos complicados.
Os dançarinos de frevo encantam com sua técnica e improvisação, sendo que esta última é bastante utilizada. Para complementar a beleza da dança, eles usam uma sombrinha ou guarda-chuva aberto enquanto dançam.
Como vimos, o frevo é tocado, contudo, em alguns casos, ele também pode ser cantado. Há ainda uma forma mais lenta de frevo, e esta, é chamada de frevo-canção.
Bom carnaval a todos!!!